Atividade de Interpretação textual 1-aulas 19 e 20 - livro 5 -3000

Worksheet by Jaqueline Scorza
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Subjects
Arts, Biology
Grades
10 , 2
Language
POR
Assignments
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Master direct & indirect speech! Practice with literary texts for better ELA skills.

Leia e responda ao que se pede. 1) Reescreva o trecho “Eu quero explorar e experimentar diferentes partes da natureza, mas eu não gosto do deserto, sinto muito pelas plantas!”, empregando o discurso indireto e fazendo as adaptações necessárias. Comece o período com “Ela disse que”. TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO:O soneto XIII de Via-Láctea, coleção publicada em 1888 no livro Poesias, é o texto mais famoso da antologia, obra de estreia do poeta Olavo Bilac. O texto, cuidadosamente ritmado, suas rimas e a escolha da forma fixa revelam rigor formal e estilístico caros ao movimento parnasiano; o tema do poema, no entanto, entra em colisão com o tema da literatura típica do movimento, tal como concebido no continente europeu.XIII“Ora (direis) ouvir estrelas! CertoPerdeste o senso!" E eu vos direi, no entanto,Que, para ouvi-las, muita vez despertoE abro as janelas, pálido de espanto…E conversamos toda a noite, enquantoA Via-láctea, como um pálio aberto,Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto,Inda as procuro pelo céu deserto.Direis agora: "Tresloucado amigo!Que conversas com elas? Que sentidoTem o que dizem, quando estão contigo?"E eu vos direi: "Amai para entendê-las!Pois só quem ama pode ter ouvidoCapaz de ouvir e de entender estrelas.”BILAC, Olavo. Antologia: Poesias. Martin Claret, 2002. p. 37-55. Via-Láctea. Disponível em: < Acesso em: 19 2. “Direis agora: ‘Tresloucado amigo!Que conversas com elas? Que sentido.Tem o que dizem, quando estão contigo?’” (versos 9 a 11)No trecho acima é empregado o chamado discurso direto. Explique como isso se confirma. TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO:Leia o início do conto “Luís Soares”, de Machado de Assis, para responder à(s) questão(ões).Trocar o dia pela noite, dizia Luís Soares, é restaurar o império da natureza corrigindo a obra da sociedade. O calor do sol está dizendo aos homens que vão descansar e dormir, ao passo que a frescura relativa da noite é a verdadeira estação em que se deve viver. Livre em todas as minhas ações, não quero sujeitar-me à lei absurda que a sociedade me impõe: velarei de noite, dormirei de dia.Contrariamente a vários ministérios, Soares cumpria este programa com um escrúpulo digno de uma grande consciência. A aurora para ele era o crepúsculo, o crepúsculo era a aurora. Dormia 12 horas consecutivas durante o dia, quer dizer das seis da manhã às seis da tarde. Almoçava às sete e jantava às duas da madrugada. Não ceava. A sua ceia limitava-se a uma xícara de chocolate que o criado lhe dava às cinco horas da manhã quando ele entrava para casa. Soares engolia o chocolate, fumava dois charutos, fazia alguns trocadilhos com o criado, lia uma página de algum romance, e deitava-se.Não lia jornais. Achava que um jornal era a cousa mais inútil deste mundo, depois da Câmara dos Deputados, das obras dos poetas e das missas. Não quer isto dizer que Soares fosse ateu em religião, política e poesia. Não. Soares era apenas indiferente. Olhava para todas as grandes cousas com a mesma cara com que via uma mulher feia. Podia vir a ser um grande perverso; até então era apenas uma grande inutilidade. (Contos fluminenses, 2006.3. No primeiro parágrafo, o trecho “Livre em todas as minhas ações, não quero sujeitar-me à lei absurda que a sociedade me impõe” é parte da fala do personagem Luís Soares. O mesmo trecho, em discurso indireto, seria: Luís Soares dizia que, livre em todas as suas ações, não quer sujeitar-se à lei absurda que a sociedade lhe impõe. Luís Soares dizia, livre em todas as suas ações, que não quer sujeitar-se à lei absurda que a sociedade o impõe. Luís Soares dizia que, livre em todas as suas ações, não queria sujeitar-se à lei absurda que a sociedade o impunha. Luís Soares dizia, livre em todas as suas ações, que não quis sujeitar-se à lei absurda que a sociedade o impôs. Luís Soares dizia que, livre em todas as suas ações, não queria sujeitar-se à lei absurda que a sociedade lhe impunha. TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO:O diálogo, desenvolvido entre as personagens Menipo e Hermes, faz parte do livro Diálogo dos Mortos, do escritor Luciano de Samósata.Menipo – Onde estão os belos e as belas, Hermes1? Leva-me até eles, pois eu sou novato aqui.Hermes – Não tenho tempo, Menipo. Mas, olha aquilo ali, à direita: ali está Jacinto, também Narciso e Nireu e Aquiles2; e ainda Tiró, Helena3, Leda, em suma, todas as beldades antigas.Menipo – Eu estou vendo só ossos e crânios desprovidos de carnes, a maioria desses semelhantes.Hermes – Contudo, aqueles são os ossos que todos os poetas admiram e que tu pareces desprezar.Menipo – Mesmo assim, mostra-me Helena, pois eu não saberia reconhecê-la.Hermes – Esse crânio aí é Helena.Menipo – Então é por causa disso aí que foram lotados milhares de navios da Grécia inteira e tombaram tantos gregos e bárbaros, e tantas cidades foram arrasadas!Hermes – Mas, Menipo, tu não viste essa mulher em vida; senão tu também terias dito que não merece castigo “sofrer dores por muito tempo por uma mulher”, porque também as flores secas, se alguém as contempla depois que elas perdem o viço, é evidente que lhe parecerão murchas; mas enquanto florescem e mantêm o colorido, elas são muito belas.Menipo – Pois é isso mesmo que me causa admiração, Hermes: que os Aqueus4 não perceberam que estavam sofrendo por uma coisa tão efêmera e tão facilmente perecível. Luciano de Samósata, Diálogo dos Mortos. Trad. Henrique G. Murachco. Edusp: São Paulo, p. 67.1. Hermes: divindade grega posteriormente assimilada à representação do deus Mercúrio, pela mitologia romana. Na cena, Hermes entrega as almas a Caronte, que se encarrega de fazê-las atravessar o Aqueronte, rio que separa o mundo dos vivos e dos mortos.2. Aquiles: filho de Peleu e Tétis, o mais valente dos heróis na guerra de Troia, de cabeleira dourada. É jovem, forte e belo. Morre em plena juventude; por isso ele está ao lado de beldades, tais como Jacinto e Narciso.3. Helena: mulher de Menelau, raptada por Páris, filho de Príamo, rei de Troia, foi a causa da guerra que levou ao Hades milhares de almas de heróis, segundo Homero.4. Aqueu: relativo aos aqueus, um dos quatro ramos do povo grego antigo, ou indivíduo dos aqueus, relativo à Acaia (antiga Grécia), ou ao seu natural ou habitante.4. Analise a passagem:“Onde estão os belos e as belas, Hermes? Leva-me até eles, pois eu sou novato aqui.”Assinale a alternativa em que o excerto esteja corretamente transposto para o discurso indireto. Menipo questionou Hermes sobre o paradeiro dos belos e belas, para, logo Menipo perguntou a Hermes onde estavam os belos e as belas, ordenando-lhe que o levasse até eles, pois ele era novato naquele lugar. Hermes questiona a si mesmo onde estariam os belos e as belas, instigando-se para se levar até eles, uma vez que fora novo por lá. Hermes perguntou a Menipo onde estavam os belos e as belas, suplicando-lhe para que o levasse até eles, embora fosse novato ali. Menipo ordena a Hermes que estivessem todos, os belos e as belas, onde eles pudessem ser levados até ali, mesmo sendo novatos. Um homem vem caminhando por um parque quando de repente se vê com sete anos de idade. Está com quarenta, quarenta e poucos. De repente dá com ele mesmo chutando uma bola perto de um banco onde está a sua babá fazendo tricô. Não tem a menor dúvida de que é ele mesmo. Reconhece a sua própria cara, reconhece o banco e a babá. Tem uma vaga lembrança daquela cena. Um dia ele estava jogando bola no parque quando de repente aproximou-se um homem e… O homem aproxima-se dele mesmo. Ajoelha-se, põe as mãos nos seus ombros e olha nos seus olhos. Seus olhos se enchem de lágrimas.Sente uma coisa no peito. Que coisa é a vida. Que coisa pior ainda é o tempo. Como eu era inocente. Como os meus olhos eram limpos. O homem tenta dizer alguma coisa, mas não encontra o que dizer. Apenas abraça a si mesmo, longamente. Depois sai caminhando, chorando, sem olhar para trás. O garoto fica olhando para a sua figura que se afasta. Também se reconheceu. E fica pensando, aborrecido: quando eu tiver quarenta, quarenta e poucos anos, como eu vou ser sentimental! (Luís Fernando Veríssimo, Comédias para se ler na escola) 5. Retire um exemplo de discurso indireto livre do texto acima. 6- Pesquise um texto do gênero artigo de opinião e faça uma análise dos recursos argumentativos presentes no texto. Para uma análise mais clara e organizada, observe o modelo do livro 6 - primeira unidade - MOVIMENTOS ARGUMENTATIVOS. VALOR DESSA ATIVIDADE - 2,0

Discourse Analysis Literary Devices Text Comprehension
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